terça-feira, 18 de outubro de 2011

Folha de Chapecó - Dia 18 de outubro

Esperar o que?

Vamos esperar o que de um time que em quatro jogos faz apenas dois pontos? Em quatro partidas, duas em casa e duas fora, a Chapecoense perdeu duas e empatou outras duas em 12 pontos disputados. De candidatíssima a vaga, virou uma frustração. A Chapecoense é a grande decepção deste Brasileiro da Série C. Nada mais a comentar.

Dupla

O Inter e o Grêmio somaram pontos importantes na rodada do final de semana. O Grêmio, com a inédita vitória sobre o Santos e o Inter afundando de vez o Avaí. O Grêmio venceu apertado, mas venceu. O Inter deixou tudo para os minutos finais, mas venceu. E só sete pontos separam o colorado dos líderes. Só que esse campeonato está muito equilibrado na ponta de cima e restam apenas oito rodadas.

Ficou

O objetivo do Figueirense foi alcançado neste Campeonato Brasileiro. O time da capital se manteve na Série A para 2012. Jorginho arrumou o time, após muita pressão e tropeços. Um representante Santa Catarina terá na elite do ano que vem.

Vai cair

A situação do Avaí não tem mais cura. A derrota de domingo para o Inter foi terrível para o Leão da Ilha. Um time mal das pernas, que não se achou nesta competição. Já era morte anunciada. Claro que faltam oito rodadas, mas não tem mais volta. Isso já era previsto desde as primeiras rodadas. Agora, só se confirma.

Inédito

O Vasco da Gama pode realizar um feito inédito este ano. Se for campeão Brasileiro, será o único da era dos pontos corridos a ter vencido Copa do Brasil e Brasileirão. Algo único, portanto. E tem chances, sim, de tal façanha. E pensar que quase colocaram fogo em São Januário, após a eleição do Roberto Dinamite como presidente. O time caiu, deu a volta por cima e voltou a elite. Dinamite é gente, merece. Seria mais um tapa de luva na cara do Euricão.

Morte

A morte do piloto inglês na Fórmula Indy deixou a todos preocupados. Vejo algumas declarações, como a do ex-campeão de F1, Jody Scheckter, querendo que seu filho deixe as pistas. É sempre assim depois de uma tragédia. Porém, é a vida deles, pilotos, estar dentro da pista. E eles sabem disso. O Bruno Senna, por exemplo, foi proibido de correr após a morte do tio, Ayrton. Voltou às pistas 10 anos depois. É o que escolheram e eles sabem os riscos que correm. É mais uma morte na Indy, o que não acontece na F1 desde a de Senna, em 1994. F1 que me parece bem mais segura do que a Indy. Mais segura e mais avançada tecnologicamente.