Do mesmo jeito
A Fórmula 1 começou 2011 da mesma forma que terminou 2010. O alemão Sebastian Vetel, campeão do mundo, venceu e lidera a competição. A RBR segue na ponta, Massa segue atrás de Alonso e assim por diante. Nada de novo, a não ser aquelas frescuras de local especial para ultrapassar, asa traseira que abre e fecha, etc. O Felipe que se esperte, do contrário será um Rubinho piorado dentro da Ferrari. E olha que o Barrichello sofreu quando lá esteve. Por falar no Rubinho, azarado de novo, nem completou a corrida.
Jogo
A diretoria da Associação Chapecoense divulgou, ontem, o serviço do jogo de domingo, pela sétima rodada do returno do Campeonato Catarinense. Os valores dos ingressos estão mantidos. São eles: Cadeiras (R$ 50,00), Cobertas (R$ 40,00), Geral (R$ 30,00). Menores de 12 anos não pagam. Aposentados e estudantes, na Geral, pagam 15 reais. A venda começou ontem mesmo. Outra informação importante é que não haverá atendimento na Central de Sócios no final de semana. Quem desejar associar-se ou já é sócio e precisar de atendimento, terá de procurar o clube até sexta-feira, em horário comercial. Essa prática será mantida até o fim do Estadual, segundo a diretoria, como parte da reestruturação do departamento responsável.
Ainda
A Chapecoense, apesar da derrota de domingo, ainda é líder do Campeonato Estadual. A vantagem não é grande, já queimou a gordura que tinha, mas segue na liderança. Serão três jogos até o final da fase de classificação, destes, dois fora e apenas um dentro de casa. No domingo, aqui em Chapecó, terá pela frente o Marcílio Dias. Depois sai em duas oportunidades, primeiro para jogar com o Concórdia e, por último, para pegar o Brusque no Augusto Bauer. Vencer no domingo é prioridade. Se fizer os três pontos estará classificada. E, se buscar pontos nas duas últimas rodadas, tem boas condições de fechar o returno em primeiro.
Difícil
Não pensem, no entanto, que será moleza nessas três últimas rodadas. Marcílio Dias, Concórdia e Brusque, três equipes que não buscam o título. Ao contrário, todas correm risco de cair. O Concórdia deve entrar na última rodada ainda brigando. O Marcílio, da mesma forma. A situação mais fácil, teoricamente, será contra o Brusque, que tem tudo para escapar da degola antes da rodada derradeira. Três buchas pela frente. O bom é que os outros que disputam as cabeças terão que jogar entre si. Um irá tirar ponto do outro. Dá pra chegar, sim, e em primeiro.
Em casa
Só pra esclarecer, lembro que fará a segunda partida das finais em seu estádio o clube de melhor campanha, somando turno e returno. Se o Criciúma vencer também o returno, jogará no Heriberto Hülse, pois assim diz o regulamento. Então é o seguinte, a Chapecoense só poderá fazer a final na Arena Condá se vencer o returno. Se for finalista pelo índice técnico (em caso de nova conquista do Tigre) a segunda partida da decisão será em Criciúma. Claro, estou supondo. É que hoje a tabela comprova: a Chapecoense é a melhor equipe do Estadual. Tem tudo pra chegar às finais e buscar o quarto título.
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Folha de Chapecó - Dia 25 de março
Conspiração
Parece existir uma conspiração à favor da Chapecoense. Tudo tem colaborado, muito embora, algumas vezes, o próprio time não se ajude. Porém, no momento, a sensação é de que, além da conspiração positiva, o time também tem contribuído. Essa última rodada, por exemplo, foi muito favorável. E o time, desta vez, ajudou.
Sufoco
O jogo de quarta à noite foi um sufoco. Pressão, ataques, contra-ataques, bolas na trave, esse tal de Max defendendo tudo e mais um pouco, e o relógio correndo. Aí veio o pênalti e o gol redentor. E olha que esse tal Max tocou na bola. Mas não deu pra ele. O gol foi a salvação e deixou a Chapecoense com pequena gordurinha pra queimar. Pequena, mas tranqüilizante. Mesmo porque o próximo adversário será o Figueirense, em Florianópolis.
O tempo
Pra alguns o tempo – esse determinado pelo relógio – não existe, é apenas uma forma de organizarmos o nosso dia a dia. Pra outros tantos, ele existe. O jogo de quarta, pra exemplificar: o tempo não andava, voava. A segunda etapa transcorria à passos largos e o gol não saia. Feito o gol, o efeito era o contrário, ou seja, o tempo não andava. Um minuto parecia durar três. Aí vieram os acréscimos, mais demora ainda. E tinha também o árbitro, que parecia dar tudo contra a Chapecoense. E o tempo sequer andava, se arrastava. Felizes daqueles que não usam relógio, aqueles que acham que o tempo – pelo menos esse, do relógio – não existe. Para nós, escravos do relógio, resta a agonia, que às vezes se transforma em alegria, outras vezes, em ódio. Culpa do relógio. E nossa, que andamos com ele em nossos pulsos, no celular, no computador, e passamos o dia a olhá-lo, sempre contando os minutos.
Natação
Recebi e registro: “No próximo sábado (26/03), às 16 horas em Itá,acontecerá a última etapa do VI Circuito de Maratonas Aquáticas de Santa Catarina promovido pela FESPORTE e Federação Catarinense de Natação. Apartir das 20 horas no Clube Cruzeiro será promovida a festa de encerramento do circuito com a premiação geral e por categorias. Allydson Dohl Simes (Nord Electric/Água Viva/Centro de Fisioterapia Chapecó) vai para a última prova do circuíto disputando a 2ª posição na classificação geral. Na categoria 14 a 16 anos Allydson (Don Sini) já sagrou-se campeão antecipado. Victor Dohl Simes (Chalé do Mel) disputa a 2º posição do circuito na mesma categoria do irmão (14 a 16 anos).Esperamos a dobradinha da APAN/Chapecó!”
Tricolores
A Associação dos Gremistas de Chapecó promove no dia 6 de maio o Encontro Regional de Gremistas, evento de confraternização restrito a 600 pessoas. O jantar terá convidados ilustres como os ex-atletas do Grêmio Porto Alegrense Dinho e Carlos Miguel, dois ídolos da torcida, com presenças já confirmadas. Diretores do clube também deverão participar do evento que poderá contar com o presidente do Grêmio Paulo Odone, convidado da AGC e do Consulado local do tricolor gaúcho. Todos receberão homenagens especiais.
Parece existir uma conspiração à favor da Chapecoense. Tudo tem colaborado, muito embora, algumas vezes, o próprio time não se ajude. Porém, no momento, a sensação é de que, além da conspiração positiva, o time também tem contribuído. Essa última rodada, por exemplo, foi muito favorável. E o time, desta vez, ajudou.
Sufoco
O jogo de quarta à noite foi um sufoco. Pressão, ataques, contra-ataques, bolas na trave, esse tal de Max defendendo tudo e mais um pouco, e o relógio correndo. Aí veio o pênalti e o gol redentor. E olha que esse tal Max tocou na bola. Mas não deu pra ele. O gol foi a salvação e deixou a Chapecoense com pequena gordurinha pra queimar. Pequena, mas tranqüilizante. Mesmo porque o próximo adversário será o Figueirense, em Florianópolis.
O tempo
Pra alguns o tempo – esse determinado pelo relógio – não existe, é apenas uma forma de organizarmos o nosso dia a dia. Pra outros tantos, ele existe. O jogo de quarta, pra exemplificar: o tempo não andava, voava. A segunda etapa transcorria à passos largos e o gol não saia. Feito o gol, o efeito era o contrário, ou seja, o tempo não andava. Um minuto parecia durar três. Aí vieram os acréscimos, mais demora ainda. E tinha também o árbitro, que parecia dar tudo contra a Chapecoense. E o tempo sequer andava, se arrastava. Felizes daqueles que não usam relógio, aqueles que acham que o tempo – pelo menos esse, do relógio – não existe. Para nós, escravos do relógio, resta a agonia, que às vezes se transforma em alegria, outras vezes, em ódio. Culpa do relógio. E nossa, que andamos com ele em nossos pulsos, no celular, no computador, e passamos o dia a olhá-lo, sempre contando os minutos.
Natação
Recebi e registro: “No próximo sábado (26/03), às 16 horas em Itá,acontecerá a última etapa do VI Circuito de Maratonas Aquáticas de Santa Catarina promovido pela FESPORTE e Federação Catarinense de Natação. Apartir das 20 horas no Clube Cruzeiro será promovida a festa de encerramento do circuito com a premiação geral e por categorias. Allydson Dohl Simes (Nord Electric/Água Viva/Centro de Fisioterapia Chapecó) vai para a última prova do circuíto disputando a 2ª posição na classificação geral. Na categoria 14 a 16 anos Allydson (Don Sini) já sagrou-se campeão antecipado. Victor Dohl Simes (Chalé do Mel) disputa a 2º posição do circuito na mesma categoria do irmão (14 a 16 anos).Esperamos a dobradinha da APAN/Chapecó!”
Tricolores
A Associação dos Gremistas de Chapecó promove no dia 6 de maio o Encontro Regional de Gremistas, evento de confraternização restrito a 600 pessoas. O jantar terá convidados ilustres como os ex-atletas do Grêmio Porto Alegrense Dinho e Carlos Miguel, dois ídolos da torcida, com presenças já confirmadas. Diretores do clube também deverão participar do evento que poderá contar com o presidente do Grêmio Paulo Odone, convidado da AGC e do Consulado local do tricolor gaúcho. Todos receberão homenagens especiais.
terça-feira, 22 de março de 2011
Folha de Chapecó - dia 22 de março
Mesma
A campanha da Chapecoense é rigorosamente a mesma do turno. Nesta segunda fase, tem quatro jogos e 10 pontos, somando três vitórias e um empate, assim como na primeira etapa do certame. Se vencer o jogo de quarta-feira, aí sim terá melhor campanha do que no turno. Foi justamente contra o Joinville, naquele dilúvio na Arena do norte do estado, que a Chapecoense começou a andar pra trás, perdendo pontos importantes, decisivos para a colocação final entre os quatro primeiros. Então, torcedor, quarta você precisa empurrar o time com seu grito na arquibancada.Vencer o JEC é necessário para manter a ponta e seguir firme e forte rumo as finais do segundo turno.
Mais difícil
O returno do Catarinão, pelo o que se vê, será mais acirrado do que foi o primeiro turno. As equipes estão mais entrosadas, com ritmo de jogo, em plena atividade. O Concórdia, por exemplo, não é lanterna. Na geral, sim, mas no turno, não. Está somando pontos. A Chapecoense, se não vencer quarta-feira, deve ser ultrapassada na tabela e deixar a liderança. As chances de chegar ao título eram maiores no primeiro turno, teoricamente. As coisas se complicam mais agora. Quem deixar de pontuar pode ficar de fora. O lado positivo é que, geralmente, o campeão do returno chega embalado à decisão do título. O campeão do turno, muitas vezes, chega meio desligado, pois é finalista há tempos. Lembram 2007? O Criciúma levou o turno e a Chapecoense o returno. Na final, deu Verdão. Será que a história se repete?
Com o pé direito
Felipe Tozzo começou muito bem o Mini Challenge 2011. Foi pole e venceu a primeira etapa, em Curitiba. Mostrou destreza ao realizar manobras difíceis, recuperou posições perdidas, reagindo e buscando a vitória. O circuito também ajudou, pois em Curitiba já disputou várias provas. É bom lembrar que o campeão do Mini Challenge 2011 disputará, na Europa, competição com despesas pagas pela organização. Foi uma estréia com o pé direito. Pé direito no fundo acelerador.
Primeiro
O Marista/ Superalfa/ Mepar/ Serpil comemora as primeiras conquistas dentro de quadra em 2011. Levou os títulos do Sub 9 e do Sub 11 do Nono Circuito de Escolinhas de Futsal. Apesar dos troféus, os coordenadores sabem da necessidade de melhorar sempre mais, visando outras competições do ano.
Preparação
O futsal masculino de Chapecó se prepara para a temporada deste ano. São dois turnos diários de trabalhos, pela manhã com bola e à tarde na preparação física. As novas regras também são repassadas aos jogadores, principalmente quanto as alterações do goleiro-linha. Um jogo-treino já aconteceu, foi no sábado, com placar de 2 a 1 pra Chapecoense Futsal, contra Seara.
A campanha da Chapecoense é rigorosamente a mesma do turno. Nesta segunda fase, tem quatro jogos e 10 pontos, somando três vitórias e um empate, assim como na primeira etapa do certame. Se vencer o jogo de quarta-feira, aí sim terá melhor campanha do que no turno. Foi justamente contra o Joinville, naquele dilúvio na Arena do norte do estado, que a Chapecoense começou a andar pra trás, perdendo pontos importantes, decisivos para a colocação final entre os quatro primeiros. Então, torcedor, quarta você precisa empurrar o time com seu grito na arquibancada.Vencer o JEC é necessário para manter a ponta e seguir firme e forte rumo as finais do segundo turno.
Mais difícil
O returno do Catarinão, pelo o que se vê, será mais acirrado do que foi o primeiro turno. As equipes estão mais entrosadas, com ritmo de jogo, em plena atividade. O Concórdia, por exemplo, não é lanterna. Na geral, sim, mas no turno, não. Está somando pontos. A Chapecoense, se não vencer quarta-feira, deve ser ultrapassada na tabela e deixar a liderança. As chances de chegar ao título eram maiores no primeiro turno, teoricamente. As coisas se complicam mais agora. Quem deixar de pontuar pode ficar de fora. O lado positivo é que, geralmente, o campeão do returno chega embalado à decisão do título. O campeão do turno, muitas vezes, chega meio desligado, pois é finalista há tempos. Lembram 2007? O Criciúma levou o turno e a Chapecoense o returno. Na final, deu Verdão. Será que a história se repete?
Com o pé direito
Felipe Tozzo começou muito bem o Mini Challenge 2011. Foi pole e venceu a primeira etapa, em Curitiba. Mostrou destreza ao realizar manobras difíceis, recuperou posições perdidas, reagindo e buscando a vitória. O circuito também ajudou, pois em Curitiba já disputou várias provas. É bom lembrar que o campeão do Mini Challenge 2011 disputará, na Europa, competição com despesas pagas pela organização. Foi uma estréia com o pé direito. Pé direito no fundo acelerador.
Primeiro
O Marista/ Superalfa/ Mepar/ Serpil comemora as primeiras conquistas dentro de quadra em 2011. Levou os títulos do Sub 9 e do Sub 11 do Nono Circuito de Escolinhas de Futsal. Apesar dos troféus, os coordenadores sabem da necessidade de melhorar sempre mais, visando outras competições do ano.
Preparação
O futsal masculino de Chapecó se prepara para a temporada deste ano. São dois turnos diários de trabalhos, pela manhã com bola e à tarde na preparação física. As novas regras também são repassadas aos jogadores, principalmente quanto as alterações do goleiro-linha. Um jogo-treino já aconteceu, foi no sábado, com placar de 2 a 1 pra Chapecoense Futsal, contra Seara.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Coluna Folha de Chapecó - Dia 18 de março
E não é que ajudou
O Brusque demorou quase noventa minutos, mas ajudou a Chapecoense. O Figueirense vencia por um a zero até o finalzinho da partida de quarta-feira, quando então os donos da casa marcaram e tiraram a vitória quase certa do time da capital. Com isso, a Associação Chapecoense permanece líder, dois pontos a frente do próprio Figueira. Agora a missão do Verdão será vencer o Metropolitano, em Blumenau, para compensar os pontos perdidos em casa contra o Imbituba.
Dureza
Não vai ser fácil a partida de Blumenau, neste domingo. O Metro vem caindo pelas tabelas, após começar razoavelmente bem o Catarinão. Levou uma enfiada de três a zero em Concórdia e precisa vencer, para não correr riscos no campeonato. A Chapecoense irá sofrer, ao que parece, para derrotá-los em casa. Será um jogo duro.
Que fase
O avante colorado vive grande fase. Leandro Damião marcou de novo e é o cara no Internacional. A sua média é superior a um gol e meio por partida. Ele arma jogadas, marca gols, está sempre presente na área adversária. Está em excelente fase. É o Damigol.
Outro
Outro que está jogando, e muito, é o menino Oscar. Faz jogadas maravilhosas e prova que valia a briga do colorado com o São Paulo para manter o garoto em Porto Alegre. Joga muito esse Oscar.
Empate
O Avaí ficou no 1 a 1 em Minas e está a um empate sem gols para seguir na Copa do Brasil. Ou seja, tem chances boas e irá dividi-las com o Campeonato Catarinense. O jogo da volta é apenas no dia 30, mas atrapalha e tira a concentração do elenco no certame local. Lembrando que o Avaí fez péssima campanha no turno do Estadual. Será que chega nas semifinais agora?
Briga
Avaí e Criciúma estão batendo boca quanto a arbitragem. Um grita daqui, o outro divulga nota de lá. Ambos se dizem prejudicados, mas o Leão da Ilha, no entanto, alega que erros são comuns e fazem parte do esporte, o futebol, no caso. Vamos ver se agora, após as reclamações de dois grandes, alguém dá ouvidos e faz algo pra melhorar o nível dos árbitros de Santa Catarina.
O Brusque demorou quase noventa minutos, mas ajudou a Chapecoense. O Figueirense vencia por um a zero até o finalzinho da partida de quarta-feira, quando então os donos da casa marcaram e tiraram a vitória quase certa do time da capital. Com isso, a Associação Chapecoense permanece líder, dois pontos a frente do próprio Figueira. Agora a missão do Verdão será vencer o Metropolitano, em Blumenau, para compensar os pontos perdidos em casa contra o Imbituba.
Dureza
Não vai ser fácil a partida de Blumenau, neste domingo. O Metro vem caindo pelas tabelas, após começar razoavelmente bem o Catarinão. Levou uma enfiada de três a zero em Concórdia e precisa vencer, para não correr riscos no campeonato. A Chapecoense irá sofrer, ao que parece, para derrotá-los em casa. Será um jogo duro.
Que fase
O avante colorado vive grande fase. Leandro Damião marcou de novo e é o cara no Internacional. A sua média é superior a um gol e meio por partida. Ele arma jogadas, marca gols, está sempre presente na área adversária. Está em excelente fase. É o Damigol.
Outro
Outro que está jogando, e muito, é o menino Oscar. Faz jogadas maravilhosas e prova que valia a briga do colorado com o São Paulo para manter o garoto em Porto Alegre. Joga muito esse Oscar.
Empate
O Avaí ficou no 1 a 1 em Minas e está a um empate sem gols para seguir na Copa do Brasil. Ou seja, tem chances boas e irá dividi-las com o Campeonato Catarinense. O jogo da volta é apenas no dia 30, mas atrapalha e tira a concentração do elenco no certame local. Lembrando que o Avaí fez péssima campanha no turno do Estadual. Será que chega nas semifinais agora?
Briga
Avaí e Criciúma estão batendo boca quanto a arbitragem. Um grita daqui, o outro divulga nota de lá. Ambos se dizem prejudicados, mas o Leão da Ilha, no entanto, alega que erros são comuns e fazem parte do esporte, o futebol, no caso. Vamos ver se agora, após as reclamações de dois grandes, alguém dá ouvidos e faz algo pra melhorar o nível dos árbitros de Santa Catarina.
terça-feira, 15 de março de 2011
Folha de Chapecó - Dia 15 de março
De novo
A Chapecoense, de novo, parou no Imbituba. Foi assim no turno e, agora, no returno. A campanha é idêntica ao começo do campeonato. São sete pontos em três partidas. O problema é que o Verdão deixou de ganhar pontos em casa e terá apenas mais dois jogos dentro dos seus domínios. Pontos que podem fazer falta, apesar de continuar na liderança do Estadual. Um baque nas pretensões. Um banho de água de fria na boa campanha do returno. Que o tropeço sirva de exemplo e não derrube ainda mais o ânimo do time. O problema é que o jogo contra o Concórdia era mais do um exemplo e parece não ter servido de nada ao grupo.
Fora
O que perdeu em casa, será preciso buscar fora, a começar por Blumenau, no próximo domingo. O diabo é que o Metro foi surrado pelo lanterna Concórdia, por três gols a zero. O Metro necessita recuperação dentro de casa. Será um jogo terrível o de domingo na terra do chope. Mas quem complicou as coisas para a Chapecoense foi a próxima Associação. Que resolva o problema criado.
E se
E se não fosse de cavadinha o pênalti cobrado pelo Aloísio e, mesmo assim, tivesse perdido? E se fosse outro jogador e, igualmente, tivesse desperdiçado a cobrança. E se tivesse feito o gol, o time seguraria o resultado? E se, mesmo tendo perdido a penalidade, a Chapecoense tivesse vencido o Imbituba? Sempre há um “se” em tudo. Porém o futebol não perdoa. Devido às circunstâncias, foi uma enorme bobagem o que fez o Aloísio na partida de domingo. Isso é brincar, dar chance ao azar. Deu no que deu. Ele é o vilão. O goleador do time caiu em desgraça. Quem brinca com fogo, acaba se queimando. Quem dá chance ao azar, invariavelmente, se dá mal.
Damigol
O avante colorado está com tudo. Em sete jogos pelo Gauchão, marcou onze vezes. Fez três na quarta-feira e repetiu a dose no domingo. Leandro Damião agora é chamado de Damigol. O Inter ainda tem deixado a desejar quanto à resultados. Damião, no entanto, está sobrando. E polêmico também é. A comemoração do terceiro gol, o da virada, deu o que falar. Ele só não contava com o empate do Caxias.
Galo
É reação mesmo, ou apenas fogo de palha? O Concórdia goleou o Metropolitano e espera ter forças suficientes para fugir do rebaixamento até o fim do returno. É missão quase impossível. Será a mão do novo técnico? Vamos aguardar o próximo jogo do Galo pra sabermos.
A Chapecoense, de novo, parou no Imbituba. Foi assim no turno e, agora, no returno. A campanha é idêntica ao começo do campeonato. São sete pontos em três partidas. O problema é que o Verdão deixou de ganhar pontos em casa e terá apenas mais dois jogos dentro dos seus domínios. Pontos que podem fazer falta, apesar de continuar na liderança do Estadual. Um baque nas pretensões. Um banho de água de fria na boa campanha do returno. Que o tropeço sirva de exemplo e não derrube ainda mais o ânimo do time. O problema é que o jogo contra o Concórdia era mais do um exemplo e parece não ter servido de nada ao grupo.
Fora
O que perdeu em casa, será preciso buscar fora, a começar por Blumenau, no próximo domingo. O diabo é que o Metro foi surrado pelo lanterna Concórdia, por três gols a zero. O Metro necessita recuperação dentro de casa. Será um jogo terrível o de domingo na terra do chope. Mas quem complicou as coisas para a Chapecoense foi a próxima Associação. Que resolva o problema criado.
E se
E se não fosse de cavadinha o pênalti cobrado pelo Aloísio e, mesmo assim, tivesse perdido? E se fosse outro jogador e, igualmente, tivesse desperdiçado a cobrança. E se tivesse feito o gol, o time seguraria o resultado? E se, mesmo tendo perdido a penalidade, a Chapecoense tivesse vencido o Imbituba? Sempre há um “se” em tudo. Porém o futebol não perdoa. Devido às circunstâncias, foi uma enorme bobagem o que fez o Aloísio na partida de domingo. Isso é brincar, dar chance ao azar. Deu no que deu. Ele é o vilão. O goleador do time caiu em desgraça. Quem brinca com fogo, acaba se queimando. Quem dá chance ao azar, invariavelmente, se dá mal.
Damigol
O avante colorado está com tudo. Em sete jogos pelo Gauchão, marcou onze vezes. Fez três na quarta-feira e repetiu a dose no domingo. Leandro Damião agora é chamado de Damigol. O Inter ainda tem deixado a desejar quanto à resultados. Damião, no entanto, está sobrando. E polêmico também é. A comemoração do terceiro gol, o da virada, deu o que falar. Ele só não contava com o empate do Caxias.
Galo
É reação mesmo, ou apenas fogo de palha? O Concórdia goleou o Metropolitano e espera ter forças suficientes para fugir do rebaixamento até o fim do returno. É missão quase impossível. Será a mão do novo técnico? Vamos aguardar o próximo jogo do Galo pra sabermos.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Coluna Folha de Chapecó - Dia 11 de março
Deu Tigre
Guilherme Macuglia está na final do Campeonato Catarinense de Futebol. O seu time, o Criciúma, venceu o Figueirense em Florianópolis e agora aguarda o adversário para a grande decisão. De quebra, está na Copa do Brasil do ano que vem. Isso significa que muitos por aí já erraram suas previsões, que era de uma final entre os dois da capital, no maior clássico (para eles) estadual. Não vai dar, pois um tigre se intrometeu no caminho. Só um dos dois poderá chegar, ou Figueira, ou Avai. Isso se outro interiorano não chegar na frente, o que é possível. Santa Catarina é interessante por isso. Se no Rio Grande do Sul quase sempre dá Inter ou Grêmio. Por aqui é diferente, quase sempre o interior chega e, não raro, conquista o título.
É por isso
É por essas e outras que Santa Catarina não é, e não será, o Rio Grande do Sul. Não adianta alguns tentarem enfiar goela a que os times da capital são estadualizados, porque não são. Não são mesmo. No Rio Grande do Sul, os dois principais times da capital são, cada um, campeão do mundo e bi da Libertadores. Além do que conquistaram inúmeros títulos a nível estadual e nacional. São duas potencias mundiais. Aqui não. A distância é imensurável. Cada região tem seus clubes e nelas não se torce, salvo raras exceções, nem para Avaí, nem para Figueirense. E vice e versa. E ponto.
Não adianta
E não adianta querer inventar. Quem inventa é inventor. Assim como quem torce é torcedor. Cada um no seu quadrado. A geografia do Estado contribui para essa situação. Até a potência das emissoras de rádio da capital contribui. Não existe emissora estadualizada. No Rio Grande do Sul já é diferente, e muito. Lá se é gremista ou colorado, para depois torcer pelo time da sua cidade. Inter e Grêmio são instituições no Estado. E centenárias.
Returno
O segundo turno começa na sexta, com jogos também no sábado. A Chapecoense estréia em casa, contra o Avaí, no sábado de carnaval É necessário vencer, pra fazer o dever de casa. E depois buscar pontos importantes fora de seus domínios. É uma nova peleja que se inicia, do zero. Lembro de 2007, quando o Tigre venceu o turno e a Chapecoense o returno. No final das contas, deu Verdão campeão. Será que dá pra repetir a dose? O turno mostrou que é possível, basta caprichar um pouco e não deixar o cavalo para encilhado. Ninguém está anos-luz a frente de ninguém. É um campeonato parelho, onde é possível sim pelear de igual pra igual. Só não dá pra marcar touca, bobeira.
Você vai?
Você estará na Arena Condá, no próximo sábado? Pois deveria ir. Você, torcedor, é peça fundamental nesta caminhada. Vá, torça, faça a sua parte. Os ingressos já estão à venda.
Guilherme Macuglia está na final do Campeonato Catarinense de Futebol. O seu time, o Criciúma, venceu o Figueirense em Florianópolis e agora aguarda o adversário para a grande decisão. De quebra, está na Copa do Brasil do ano que vem. Isso significa que muitos por aí já erraram suas previsões, que era de uma final entre os dois da capital, no maior clássico (para eles) estadual. Não vai dar, pois um tigre se intrometeu no caminho. Só um dos dois poderá chegar, ou Figueira, ou Avai. Isso se outro interiorano não chegar na frente, o que é possível. Santa Catarina é interessante por isso. Se no Rio Grande do Sul quase sempre dá Inter ou Grêmio. Por aqui é diferente, quase sempre o interior chega e, não raro, conquista o título.
É por isso
É por essas e outras que Santa Catarina não é, e não será, o Rio Grande do Sul. Não adianta alguns tentarem enfiar goela a que os times da capital são estadualizados, porque não são. Não são mesmo. No Rio Grande do Sul, os dois principais times da capital são, cada um, campeão do mundo e bi da Libertadores. Além do que conquistaram inúmeros títulos a nível estadual e nacional. São duas potencias mundiais. Aqui não. A distância é imensurável. Cada região tem seus clubes e nelas não se torce, salvo raras exceções, nem para Avaí, nem para Figueirense. E vice e versa. E ponto.
Não adianta
E não adianta querer inventar. Quem inventa é inventor. Assim como quem torce é torcedor. Cada um no seu quadrado. A geografia do Estado contribui para essa situação. Até a potência das emissoras de rádio da capital contribui. Não existe emissora estadualizada. No Rio Grande do Sul já é diferente, e muito. Lá se é gremista ou colorado, para depois torcer pelo time da sua cidade. Inter e Grêmio são instituições no Estado. E centenárias.
Returno
O segundo turno começa na sexta, com jogos também no sábado. A Chapecoense estréia em casa, contra o Avaí, no sábado de carnaval É necessário vencer, pra fazer o dever de casa. E depois buscar pontos importantes fora de seus domínios. É uma nova peleja que se inicia, do zero. Lembro de 2007, quando o Tigre venceu o turno e a Chapecoense o returno. No final das contas, deu Verdão campeão. Será que dá pra repetir a dose? O turno mostrou que é possível, basta caprichar um pouco e não deixar o cavalo para encilhado. Ninguém está anos-luz a frente de ninguém. É um campeonato parelho, onde é possível sim pelear de igual pra igual. Só não dá pra marcar touca, bobeira.
Você vai?
Você estará na Arena Condá, no próximo sábado? Pois deveria ir. Você, torcedor, é peça fundamental nesta caminhada. Vá, torça, faça a sua parte. Os ingressos já estão à venda.
terça-feira, 1 de março de 2011
Folha de Chapecó - Dia 1 de março
Deu Tigre
Guilherme Macuglia está na final do Campeonato Catarinense de Futebol. O seu time, o Criciúma, venceu o Figueirense em Florianópolis e agora aguarda o adversário para a grande decisão. De quebra, está na Copa do Brasil do ano que vem. Isso significa que muitos por aí já erraram suas previsões, que era de uma final entre os dois da capital, no maior clássico (para eles) estadual. Não vai dar, pois um tigre se intrometeu no caminho. Só um dos dois poderá chegar, ou Figueira, ou Avai. Isso se outro interiorano não chegar na frente, o que é possível. Santa Catarina é interessante por isso. Se no Rio Grande do Sul quase sempre dá Inter ou Grêmio. Por aqui é diferente, quase sempre o interior chega e, não raro, conquista o título.
É por isso
É por essas e outras que Santa Catarina não é, e não será, o Rio Grande do Sul. Não adianta alguns tentarem enfiar goela a que os times da capital são estadualizados, porque não são. Não são mesmo. No Rio Grande do Sul, os dois principais times da capital são, cada um, campeão do mundo e bi da Libertadores. Além do que conquistaram inúmeros títulos a nível estadual e nacional. São duas potencias mundiais. Aqui não. A distância é imensurável. Cada região tem seus clubes e nelas não se torce, salvo raras exceções, nem para Avaí, nem para Figueirense. E vice e versa. E ponto.
Não adianta
E não adianta querer inventar. Quem inventa é inventor. Assim como quem torce é torcedor. Cada um no seu quadrado. A geografia do Estado contribui para essa situação. Até a potência das emissoras de rádio da capital contribui. Não existe emissora estadualizada. No Rio Grande do Sul já é diferente, e muito. Lá se é gremista ou colorado, para depois torcer pelo time da sua cidade. Inter e Grêmio são instituições no Estado. E centenárias.
Returno
O segundo turno começa na sexta, com jogos também no sábado. A Chapecoense estréia em casa, contra o Avaí, no sábado de carnaval É necessário vencer, pra fazer o dever de casa. E depois buscar pontos importantes fora de seus domínios. É uma nova peleja que se inicia, do zero. Lembro de 2007, quando o Tigre venceu o turno e a Chapecoense o returno. No final das contas, deu Verdão campeão. Será que dá pra repetir a dose? O turno mostrou que é possível, basta caprichar um pouco e não deixar o cavalo para encilhado. Ninguém está anos-luz a frente de ninguém. É um campeonato parelho, onde é possível sim pelear de igual pra igual. Só não dá pra marcar touca, bobeira.
Você vai?
Você estará na Arena Condá, no próximo sábado? Pois deveria ir. Você, torcedor, é peça fundamental nesta caminhada. Vá, torça, faça a sua parte. Os ingressos já estão à venda.
Guilherme Macuglia está na final do Campeonato Catarinense de Futebol. O seu time, o Criciúma, venceu o Figueirense em Florianópolis e agora aguarda o adversário para a grande decisão. De quebra, está na Copa do Brasil do ano que vem. Isso significa que muitos por aí já erraram suas previsões, que era de uma final entre os dois da capital, no maior clássico (para eles) estadual. Não vai dar, pois um tigre se intrometeu no caminho. Só um dos dois poderá chegar, ou Figueira, ou Avai. Isso se outro interiorano não chegar na frente, o que é possível. Santa Catarina é interessante por isso. Se no Rio Grande do Sul quase sempre dá Inter ou Grêmio. Por aqui é diferente, quase sempre o interior chega e, não raro, conquista o título.
É por isso
É por essas e outras que Santa Catarina não é, e não será, o Rio Grande do Sul. Não adianta alguns tentarem enfiar goela a que os times da capital são estadualizados, porque não são. Não são mesmo. No Rio Grande do Sul, os dois principais times da capital são, cada um, campeão do mundo e bi da Libertadores. Além do que conquistaram inúmeros títulos a nível estadual e nacional. São duas potencias mundiais. Aqui não. A distância é imensurável. Cada região tem seus clubes e nelas não se torce, salvo raras exceções, nem para Avaí, nem para Figueirense. E vice e versa. E ponto.
Não adianta
E não adianta querer inventar. Quem inventa é inventor. Assim como quem torce é torcedor. Cada um no seu quadrado. A geografia do Estado contribui para essa situação. Até a potência das emissoras de rádio da capital contribui. Não existe emissora estadualizada. No Rio Grande do Sul já é diferente, e muito. Lá se é gremista ou colorado, para depois torcer pelo time da sua cidade. Inter e Grêmio são instituições no Estado. E centenárias.
Returno
O segundo turno começa na sexta, com jogos também no sábado. A Chapecoense estréia em casa, contra o Avaí, no sábado de carnaval É necessário vencer, pra fazer o dever de casa. E depois buscar pontos importantes fora de seus domínios. É uma nova peleja que se inicia, do zero. Lembro de 2007, quando o Tigre venceu o turno e a Chapecoense o returno. No final das contas, deu Verdão campeão. Será que dá pra repetir a dose? O turno mostrou que é possível, basta caprichar um pouco e não deixar o cavalo para encilhado. Ninguém está anos-luz a frente de ninguém. É um campeonato parelho, onde é possível sim pelear de igual pra igual. Só não dá pra marcar touca, bobeira.
Você vai?
Você estará na Arena Condá, no próximo sábado? Pois deveria ir. Você, torcedor, é peça fundamental nesta caminhada. Vá, torça, faça a sua parte. Os ingressos já estão à venda.
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