Mudou mesmo
Assisti ontem ao GP de Mônaco de Formula 1. Foi uma corrida movimentada, com ultrapassagens em locais até então impossíveis. Por esse aspecto, foi um GP com novas características, dentro do circuito mais tradicional da F1. As modificações no regulamento deixaram, sim, as corridas melhores. Sob esse aspecto, mudou mesmo. Só não mudou o vencedor, Sebestian Vettel, que em seis corridas levou cinco. Porém, foi também culpa da organização, que permitiu troca de pneus na paralisação quando faltavam 8 voltas. Aquele ato mudou o resultado final, pois Vettel não conseguiria segurar nem Alonso, nem Button, que vinham babando atrás. É inegável, no entanto, que é uma nova F1.
Catarinenses
Os catarinenses no Brasileirão entraram em campo, todos, no sábado. O Criciúma, pela Série B, venceu fora e encosta nos líderes. O Avaí segue a rotina de fracassos e foi derrotado pelo Galo Mineiro, dentro da Ressacada. O Figueirense levou azar e perdeu, nos acréscimos, para o São Paulo. O Tigre mostra que pode pensar em subir. O Figueirense , não fosse o azar, estaria invicto. E o Avaí amarga duas derrotas, começando muito mal. Dos três, me parece ser o Figueira o melhor, o Avaí o pior e o Criciúma, o do meio.
Série C
A assessoria de imprensa da Associação Chapecoense de Futebol confirmou ontem a volta de Amaral Rosa ao clube. O zagueiro, de 29 anos, já passou por aqui e chega para a disputa da Série C. Outra confirmação foi a permanência de Diogo Roque, que teve o contrato renovado. Amaral se apresenta junto com o grupo, no próximo dia 6.
Foi
Marquinhos, capitão avaiano, agora é do Grêmio. Estava emprestado ao Avaí pelo Santos, que envolveu o jogador na negociação com o Grêmio. O Santos leva Borges e manda para o Olímpico Marquinhos. O agora ex-jogador avaiano saiu vaiado de campo no último jogo pelo Brasileirão e o relacionamento já não era tão bom.
Copinha
Você ouve falar da Copa SC? Quase nada, não é mesmo? Talvez pela Chapecoense não disputá-la, pouco se fala por essas bandas do Estado. Pode ser. Agora, vamos concordar, trata-se de uma competição morta, deficitária. Já imaginou a Chapecoense jogando essa tal Copinha e montando o time para a Série C ao mesmo tempo? Eu entendo que não serve nem de preparação. A federação precisar organizar algo melhor para os clubes catarinenses.













