Participei na manhã de hoje de uma reunião sobre o Censo 2010. Em Chapecó, o número final ainda não foi divulgado, mas deve ficar em torno de 180 mil habitantes. Essa é a projeção. O que chama a atenção é o crescimento da cidade, tendo vista os últimos levantamentos. De 2000 para 2010, o crescimento foi de 23 por cento. De 2007 para esse ano, o crescimento foi 9,5%, sendo que a média nacional é de três por cento.
Na próxima quarta-feira encerra o levantamento do IBGE.
Quem acredita ter a nossa cidade mais de 200 mil habitantes terá de se contentar com algo em torno de 20 mil a menos. Outro dado também chama a atenção: os estudantes, principalmente os universitários, em sua maioria, não constam como moradores de Chapecó, pois têm residência em outros municípios, como a casa dos pais, por exemplo. Só isso já diminui em muito o número, mesmo eles morando aqui, no mínino, de segunda a sexta-feira.. Na saúde, então, o número de cadastros é muito superior ao de habitantes.
Os números finais devem questionados.
O que seria o ideal é a alteração do sistema de contagem, mas isso não deve ocorrer. Segundo o IBGE, trata-se de uma fórmula mundial, avalizada por organismos internacionais, inclusive a ONU. Quem perde com isso são os municípios. Quem ganha é o governo federal, que destina recursos com base nos números oficiais.
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