Água
Talvez o Goiás tenha colocado água no chope, tanto do Grêmio como do Botafogo. Os times, carioca e gaúcho, brigam para terminar o Brasileirão em quarto. Seria a última vaga para o G-4, o grupo da Libertadores da América do ano que vem. Isso, claro, se não der Brasil na decisão da Sul-Americana. E o Goiás largou na frente, fazendo dois a zero no Independiente da Argentina. Não sei se o placar será suficiente para suportar a pressão em Buenos Aires, mas está em vantagem o clube goiano. A partida de domingo, no Olímpico, pode não valer nada.
Garra
O Goiás entrou em campo como um leão, no primeiro jogo da decisão da Sul-Americana. Poderia ter feito mais até do que os dois a zero. A torcida ajudou, e muito. Como pode um clube se superar assim? Está rebaixado no Campeonato Brasileiro, mas derrotou um argentino nesta primeira etapa da decisão. Porque não jogou assim pelo menos algumas vezes no nacional? Ano que vem o Brasil pode ter um clube de Série B na Libertadores da América. Coisas do futebol.
Todo dia
A Chapecoense contrata. Todo dia chega gente, um ou dois. Um desses contratados é goleiro, tem 24 anos. Estaria no fim a Era Nivaldo ou o Alencar vem para ser o segundo? Nivaldo, diga-se de passagem, fez muito pela Chapecoense. E é gente séria, da melhor qualidade.
Funciona
A área de divulgação da Associação Chapecoense de Futebol está funcionando. Todo santo dia, pela manhã e à tarde, é bom que se diga, chega e-mail no setor. Está funcionando. Bom assim.
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